Os gaúchos devem saudar vinda da Havan

O anúncio, feito há uma semana, da vinda da rede de megalojas de varejo Havan para o Rio Grande do Sul precisa ser saudada pelos gaúchos. Primeiro, pelo tamanho do investimento. São mais de R$ 1 bilhão que devem ser empenhados para erguer cinquenta unidades das lojas em 50 cidades gaúchas. Segundo, pela beleza das lojas. Todas as Havan são lindas, brancas, lembrando antigos templos romanos e, em muitas delas, há uma réplica enorme da estátua da Liberdade. A Havan vende de ferramentas e eletrodomésticos e roupas e chocolates, passando por artigos de cama, mesa e banho. Uma loja e tanto.
Os gaúchos que costumam ir à Santa Catarina sabem da grandiosidade das lojas Havan, fundadas no município catarinense de Brusque. O dono da rede, Luciano Hang, é uma figura. Não se importa de espalhar cartazes com sua foto de corpo inteiro, em tamanho natural, na entradas das lojas. Ele tenta abrir suas lojas no Rio Grande do Sul há uns oito anos. Sempre esbarrou na burocracia dos licenciamentos ambientais. Além das lojas, Luciano Hang também investe em pequenas centrais hidrelétricas, que geram energia elétrica a partir de rios de pequeno porte.
A Havan vende milhares de produtos, muitos com marca própria, mais baratos que a média. E emprega um bocado de gente. Está presente em 15 estados brasileiros. No município de Porto Belo, em Santa Catarina, uma loja enorme, com mais de 12 mil metros quadrados, foi erguida em três meses. Três meses. Tudo pré-moldado, com muito aço e plástico. A obra iniciou em junho e ficou pronta no final de outubro. E já emprega 150 pessoas. Diretamente.
Bem-vinda, Havan!

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