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Argumentos para o adiamento das eleições 2020

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Alguns especialistas dizem que a quarentena, ou o isolamento social, deve ir até depois de maio. Caso isso ocorra, ainda teremos mais uns dois meses de medo impedindo as pessoas de se reunirem. Política não se faz sem reunião, sem encontro, sem assembleia. Os ânimos já estão acirrados, há uma divisão forte no país - que não vem de agora, diga-se. 
O ideal, para todo mundo da política, inclusive dos que - neste momento - são contra o adiamento, é deixar as eleições para dezembro. Com o adiamento, mantêm-se a periodicidade dos mandatos de quatro em quatro anos e a legitimidade do voto do eleitor, que sufragou os políticos para o mandato de quatro anos de duração. .

Vai passar. Pode confiar. Tudo isso vai passar

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Toda essa angústia, todo esse medo, toda essa ansiedade... acredite, vai passar. São mais alguns dias, uns sete ou dez dias, mas tudo vai passar. E a gente vai mudar, o mundo vai mudar para melhor



Vamos ter o remédio para a doença Covid19. Vamos ter a vacina. Vamos refletir sobre nossas mazelas na saúde pública, nas subabitações, na falta de saneamento básico e sobre tantos outros problemas. Mas, o que é mais importante neste momento, é levar a sério os cuidados para evitar o contágio. 
Vai passar. Acredite.

Sinal verde para o planejamento da reconstrução econômica

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Por Robson Medeiros

O episódio da pandemia que nos afeta de maneira súbita dilacerando a saúde pública também apresenta uma face que fere da mesma forma e intensidade a economia. 
Assim percebi a obrigação de manifestação, pois o silêncio das entidades representantes das categorias econômicas na região metropolitana é sepulcral, ora pela ausência de lideranças ora pela falta de perspectiva para quem esta pensando em curto prazo.
Constitui a proposta para uma conversa dividida em três campos: Temporal, econômico e humanístico.


No que diz respeito à temporalidade é necessário que reconheçamos as indicações das autoridades de saúde para que restrinjamos o maior número de infectados pelo COVID-19.Também o tempo relaciona-se diretamente com a capacidade de cada um sustentar suas ações e garantir seu comportamento diante dos compromissos doravante.
Econômico, e aqui entendo já passados sete dias do alarme nacional, podemos começar a planejar o retorno alicerçado na técnica, muita vontade de labo…

Proença:"Bolsonaro perdeu a oportunidade de se dirigir ao país com uma palavra de conforto"

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"É preciso fazer um balanço entre os que radicais da quarentena e aqueles que não querem a quarentena. Com a economia parada do jeito que está não tem como ficar. Continuando assim, vai ser o fim da economia como a gente conhece no mundo", diz Nelson Proença, ex-deputado federal, ex-secretário de Estado do Desenvolvimento no Rio Grande do Sul. Um dos negociadores para a vinda de empresas como a Dell, a GM e a Ford para o Rio Grande do Sul na década de 1990. Retirado da política desde que terminou seu quinto mandato em 2010, Proença mantém o faro do político e do homem de negócios. Está sempre conectado. Agora está às voltas com grupos unindo empresários, epidemiologistas, economistas e outros tentando ajudar na produção de respiradores mecânicos para unidades de terapia intensiva. "Estamos a caminho de um equipamento que sirva a mais de um paciente ao mesmo tempo".
Para Proença, a quarentena radical, do jeito como está agora, pode ajudar a retardar, a atrasar a cheg…

Adie as eleições 2020, Ministro Barroso!

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O mundo está concentrado na busca de soluções para o problema da pandemia de Corona Vírus, o vírus que já matou quase dez mil pessoas em diversos países. China - de onde veio o vírus -, Irã, Itália e Espanha são os países que têm os maiores números de mortes resultantes da contaminação. Todos estão buscando uma vacina ou mesmo uma medicação para curar os sintomas da infecção pelo Corona Vírus, também chamado de Vírus Chinês. 
Enquanto a cura não vem, o mundo parou. A maneira mais adequada, até agora, de evitar uma explosão ainda maior do contágio, é manter as pessoas em casa. De preferência, isoladas. 
Com esse enclausuramento mundial, a economia planetária já dá sinais de vai entrar em colapso. O mundo poderá ter uma recessão econômica sem precedentes. Só para dar um exemplo, desde  o início de janeiro, as empresas aéreas brasileiras listadas na B3 perderam mais de 70% do seus valores de mercado. 
Por isso, este artigo busca sensibilizar as autoridades eleitorais brasileiras para que as…

CNN é o maior impacto no jornalismo desde o Jornal Nacional

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Desde o dia 15 de março deste ano, o telejornalismo brasileiro tem um componente que vem chacoalhando as estruturas. A vinda da marca CNN para a tevê brasileira já mostrou, em poucos dias no ar, que era possível fazer jornalismo na telinha de um jeito diferente. A estética da CNN já abandonou o visual pobrinho e de paredes descascadas que vinha sendo usado pelas redes Globo e Bandeirantes. Na CNN, todas as tomadas são feitas do ângulo mais chique, mais bem iluminado e mais  visualmente sofisticado. As informações, pelo menos até agora, parecem ser checadas com um pouco mais do que a média que vinha sendo apresentada pelo mercado telejornalístico brasileiro nos últimos tempos. 
A CNN brasileira vem ao ar pela mão empreendedora do empresário Rubens Menin, dono da construtora MRV e do Banco Inter. A CNN Brasil promete balançar a concorrência. Desde o surgimento do Jornal Nacional, ainda no final da década de 1960, a vinda da CNN para o Brasil é o maior acontecimento do jornalismo brasilei…

Como o estatismo e o intervencionismo atrasam o progresso de Canoas

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O novo presidente da Câmara de Indústria, Comércio e Serviços (CICS) de Canoas, no Rio Grande do Sul, resolveu colocar a mão num interessante vespeiro na terceira maior cidade do Rio Grande do Sul. André Guindani, recém-empossado no cargo em janeiro de 2020, quer que os vereadores da cidade revoguem uma lei de 2015 que criavam uma Macrozona de Integração em um dos maiores bairros de Canoas, o Guajuviras. Pela legislação proposta pelo então prefeito Jairo Jorge da Silva, então no PT, uma área enorme, que abrangia uma margem de um quilômetro ao longo da avenida Boqueirão, não poderia ter construções maiores das que já estavam construídas. Com a lei, Jairo Jorge da Silva estabelecia uma zona de exclusão, onde os donos dos terrenos tinham seus índices construtivos diminuídos. Ou seja, caso o dono do terreno quisesse erguer um prédio de mais de dois andares, precisaria "comprar de volta" o índice construtivo. 
Era como um direito do proprietário lhe fosse tirado e, caso quisesse d…