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Diva do agrojornalismo: Lizemara Prates recebe Medalha Assis Brasil

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Lizemara Prates atua há mais de 
30 anos fazendo reportagens sobre o setor
primário. Não é apenas uma ótima profissional, 
é um exemplo de gente apaixonada pelo que faz.
É um modelo para muitos repórteres
trabalham na cobertura do cotidiano
de quem planta e cria

A jornalista Lizemara Prates, que há mais de trinta anos faz jornalismo ligado ao setor agropecuário, foi agraciada com a Medalha Assis Brasil. A honraria é a mais alta concedida pelo Governo do Estado a quem trabalha pelo fortalecimento do setor primário no Rio Grande do Sul. A entrega da Medalha foi feita pelo Governador Eduardo Leite (RS) e pela Ministra da Agricultura, Tereza Cristina, durante a 42a. Expointer, em Esteio (RS) no final de agosto. 

O reconhecimento vem em boa hora. Lizemara Prates é um exemplo para todos os profissionais da comunicação, em especial para aqueles que se dedicam à cobertura do agronegócio. O reconhecimento feito pelo Governo do Estado para a jornalista fortalece, da forma da comunicação e da divulgação…

Tipo briga de rua: foi Macron quem começou

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Bolsonaro foi eleito para botar o pé
na porta nacional e internacionalmente.
Contra o politicamente correto
e contra a cultura da "síndrome de Vira-Lata",
que, por muito tempo, 
imperou na diplomacia brasileira

O presidente da França, dias antes de um fórum dos sete países mais industrializados do mundo, disse que "nossa casa está queimando", ao ser referir aos incêndios florestais na Amazônia Brasileira. Emmanuel Macron, ex-banqueiro e fenômeno político europeu, não teve nenhum freio diplomático em dizer que "noutre maison est brule", mais ou menos isso. Ele se referiu à Amazônia Brasileira como sendo dele, dos franceses. Não adiantou dizer depois que ele se referia à Guiana Francesa, resquício de um passado colonial e sangrento dos franceses. 

Macron se referiu, sim, à Amazônia como sendo parte da França, ou da Europa. Tanto faz. Além disso, durante a entrevista coletiva ao final da cúpula do G7, ele confirmou que os "brasileiros mereciam um presidente me…

Argentinos querem mais "derechos"

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Peronismo de esquerda mostrou sua força nas prévias da eleição argentina em 11 de agosto. Argentinos mostraram que preferem o populismo a uma tentativa de fazer o país crescer com um agenda liberal

Dizer que os argentinos precisam fazer isto ou aquilo é presunção demais para um brasileiro. Nós é que precisamos fazer um monte de coisas para sairmos do buraco em que estamos metidos há uns quarenta anos. Precisamos desinchar o estado, fazer com que diversas atividades seja transferidas para a iniciativa privada. E a iniciativa privada, com seus erros e acertos, que vá melhorando aos poucos o que precisa ser melhorado. Sem deixar os passivos para os cidadãos. 

Precisamos parar de gastar tanto com estatais, com um funcionalismo público bastante inchado e oneroso.

Precisamos fazer reformas que nos deixem mais perto dos países que vêm dando certo no mundo. Inclusive os países aqui da América Latina, como Colômbia, Panamá, Peru, Chile e até mesmo o Paraguai.

Depois de dizer o que nós, brasileiros, prec…

Vamos cuidar do nosso país. Extinguir a Funai é um bom começo

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A imagem que ilustra este texto tomou conta das mídias mundo a fora nestes últimos dias. Uma imigrante centro-americana querendo entrar nos Estados Unidos como ilegal. Na sua lamúria junto aos soldados de fronteira, repetia que queria dar uma vida melhor para o filho. Uma vida melhor, segundo milhares de imigrantes que tentam entrar nos Estados Unidos, só mesmo na terra do Tio Sam. 

O drama dos refugiados, que amolece até o mais frio coração republicano nos Estados Unidos, poderia ser diferentes se, nos países de origem, não grassassem as políticas populistas e estatistas. Eivados de escândalos de corrupção, patrimonialismo e inchaço nas máquinas públicas, os países latino-americanos são generosos em fornecer os imigrantes que vão para os Estados Unidos tentar a sorte.

Por isso é importante fazer do seu país um lugar bom. Imitar as boas práticas que fazem os Estados Unidos serem o destino preferido dos imigrantes. Que tal experimentar o livre mercado de verdade? com privatizações, respe…

Boris Johnson assume como primeiro-ministro inglês e reafirma saída da Inglaterra da União Europeia

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Neste 23 de julho o político conservador Boris Johnson tornou-se o novo primeiro-ministro inglês, sucedendo Theresa May. Johnson venceu a disputa entre o Partido Conservador com o atual ministro das relações exteriores Jeremy Hunt. O novo primeiro-ministro dos ingleses é um fervoroso defensor da saída da Inglaterra da União Europeia. Foi um dos grandes defensores da campanha feita em 2016 para o Brexit, o grande movimento de saída do país da união aduaneira que teve seu início ainda no final da década de 1950.

Com a vitória de Boris Johnson, e com ele todo o empenho em favor do Brexit, os ingleses confirmam que querem, sim, sair da Europa. A Inglaterra já não usa o Euro. Preferiu manter sua moeda, a Libra. No entanto, sempre teve dificuldade em acatar os ditames da burocracia europeia sediada em Bruxelas, na Bélgica. Os ingleses se incomodaram muito, especialmente nos últimos dez anos, com o livre trânsito de pessoas pelos países europeus. A vinda em massa de imigrantes oriundos do nor…

Grécia abandona a utopia e retorna à direita

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No final de semana de 7 de julho, os eleitores da Grécia foram às urnas e elegeram - com uma maioria não vista há dez anos no parlamento - o novo governo. Os gregos colocaram de volta ao cargo de primeiro-ministro aquele que já havia ocupado a função quatro anos antes. O conservador Kyriakos Mitsotakis venceu muito bem as eleições formando a maioria no parlamento  que o deixa sem precisar fazer coligações para governar.
Mitsotakis era o primeiro-ministro em 2014 e 2015, quando a crise de crédito pegou a Grécia em cheio. Uma ampla reforma trabalhista, seguida por um rearrano previdenciário incendiaram a Grécia.

Incentivados por partidos de esquerda, os gregos tomaram as ruas em ondas de violência contra o que chamavam de "perda de direitos". O governo de Kyriakos caiu e nas eleições seguintes foi eleito Alexis Tsipras, um jovem esquerdista que prometia o fim dos anos de austeridade. 

Como parte da União Europeia e da Zona do Euro, a Grécia foi ajudada por Alemanha, França e Itál…

Para o bem de Canoas e Região, Trensurb deve ser privatizado logo

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Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre, tem sua geografia marcada pelos trilhos do trem desde o final do século 19, quanto o transporte ferroviário partiu da capital dos gaúchos até o pujante Vale do Sinos, berço da colonização germânica no estado. Desde então, quando Canoas era apenas uma área rural adjacente a Porto Alegre, os trilhos fazem parte da cidade, agora uma esplendorosa cidade com quase 340 mil habitantes, uma refinaria de petróleo, uma base aérea e um comércio poderoso.

Na década de 1980 do século 20, depois de quase dez anos de inatividade, as linhas férreas voltar a funcionar em Canoas, fazendo parte de um sistema de trem metropolitano ligando Porto Alegre até a cidade de Sapucaia do Sul. Modernos trens japoneses elétricos faziam o trajeto. Quem controla tudo, desde então, é uma estatal federal, a Trensurb S.A..

Importante no momento em que foi instalada, no início dos anos 1980, hoje a Trensurb não tem mais razão de continuar nas mãos do estado. Há muitos anos e…