Diva do agrojornalismo: Lizemara Prates recebe Medalha Assis Brasil

A sempre sorridente Lizemara Prates (Foto: Gabriela Dias/Bandrs)


Lizemara Prates atua há mais de 
30 anos fazendo reportagens sobre o setor
primário. Não é apenas uma ótima profissional, 
é um exemplo de gente apaixonada pelo que faz.
É um modelo para muitos repórteres
trabalham na cobertura do cotidiano
de quem planta e cria


A jornalista Lizemara Prates, que há mais de trinta anos faz jornalismo ligado ao setor agropecuário, foi agraciada com a Medalha Assis Brasil. A honraria é a mais alta concedida pelo Governo do Estado a quem trabalha pelo fortalecimento do setor primário no Rio Grande do Sul. A entrega da Medalha foi feita pelo Governador Eduardo Leite (RS) e pela Ministra da Agricultura, Tereza Cristina, durante a 42a. Expointer, em Esteio (RS) no final de agosto. 

O reconhecimento vem em boa hora. Lizemara Prates é um exemplo para todos os profissionais da comunicação, em especial para aqueles que se dedicam à cobertura do agronegócio. O reconhecimento feito pelo Governo do Estado para a jornalista fortalece, da forma da comunicação e da divulgação, o setor que é o mais dinâmico da economia brasileira da atualidade.

O agronegócio brasileiro tem recebido ataques em todos os flancos. Ora é a questão do agrotóxico, ora a questão das queimadas, ora a questão da mão de obra. Não há mês em que o setor primário não receba algum tipo de ataque.

E é neste contexto que o reconhecimento da jornalista Lizemara Prates que se torna importante. Lizemara não é apenas uma ótima profissional do setor. Ela é uma apaixonada por tudo que envolve o cotidiano de quem planta e cria. Apaixonada pelo que faz, sempre com um sorriso no rosto e o eterno respeito pelas suas fontes e pelos seus colegas. Além, é claro, de um amor muito grande pelo seu público.

Lizemara Prates é uma referência nacional no agrojornalismo e um orgulho para os profissionais do Rio Grande do Sul. 

Assis Brasil

Joaquim Francisco de Assis Brasil foi um advogado, político e fazendeiro gaúcho. Desde a juventude, foi um entusiasta dos melhoramentos das raças, da fundação de associações agropastoris e sempre defendeu o setor primário brasileiro. Como diplomata, participou de missões em Buenos Aires, Lisboa, Washington e Londres. Morreu aos 80 anos, em 1938, em sua estância no município de Pedras Altas. 

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