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Mostrando postagens de Novembro, 2019

Policial morta em serviço. Já são seis no RS só em 2019

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Em 2019, a soldado Marciele Alves é mais uma vítima da guerra entre a lei e os fora-da-lei. Já são seis policiais militares mortos no Rio Grande do Sul neste ano. Todas as mortes provocadas por delinquentes. Ladrões, traficantes e "guardas" de pontos de venda de drogas são os assassinos de policiais. A sociedade precisa voltar a ter a capacidade de indignação frente à morte de agentes do estado que fazem a segurança das pessoas. Não é admissível a perda de um policial para a loucura do crime.

A soldado Marciele Alves, natural de Cachoeira do Sul, estava lotada no 23o. Batalhão de Polícia Militar, onde atuava no Pelotão de Operações Especiais. Era filha de sargento da Brigada Militar e havia ingressado na corporação em 2012. Na ação onde perdeu a vida, Marciele estava em uma blitz para conter a ação de ladrões de carro. Um dos carros não parou e ela foi atropelada.

A morte de uma policial, em serviço para a segurança da comunidade, precisa - sempre - despertar a indignação das …

Tolerância, respeito e diversidade na prática

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Ele gosta muito de dizer que muita gente fala muito e faz pouco. Diz isso com o gesto, com as pontas dos dedos se mexendo perto da boca. "Falar é fácil, quero ver fazer", repete sempre, com ou sem microfone na mão. Everton Alfonsin é um multifazedor de coisas; multiorganizador de eventos, de campanhas, de rodas de amigos. Everton Alfonsin, o Caco, comemorou no último dia 15 de Novembro os dez anos de fundação da Federação Afro Umbadista e Espiritualista do Rio Grande do Sul (Fauers). Lotou o Auditório Araújo Viana, em Porto Alegre, com entidades da religião de matriz africana de todas as partes do Rio Grande do Sul. Uma grande festa. Um presente para seus associados.

Há dez anos, o empresário e líder espiritual Everton Alfonsin, de Canoas, na Região Metropolitana, juntou um grupo de praticantes das religiões de matriz africana e fundou a Fauers. Uma entidade que nasceu sob o signo da busca por mais respeito, solidariedade, reconhecimento e tolerância envolvendo a questão do d…

Evo Morales caiu de maduro

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Não deu para segurar. Depois de quase 14 anos no poder, de forma ininterrupta, Evo Morales, o índio aimará que virou presidente da Bolívia, renunciou no final de tarde de domingo, 10 de novembro. Aos 60 anos, Morales não segurou a barra de uma série de denúncias de fraude nas eleições que dariam a ele o quarto mandato. A denúncia mais forte foi feita pela Organização dos Estados Americanos. A OEA divulgou documento onde diferentes fraudes, desde a votação, a apuração e a divulgação dos dados, estavam comprometidos.  Nos anos de  Evo Morales no poder, com seu Movimento ao Socialismo, a Bolívia registrou taxas quase "chinesas" de crescimento do PIB. Com bases muito baixas, as melhoras nos índices tinham muita repercussão. 
A insistência do índio em se manter no poder foi o estopim para sua renúncia.


Uma insana e esquerdista mania de apego ao poder sem escrúpulos derrotou o presidente da Bolívia, Evo Morales. O socialista, líder indígena e representante dos produtores da folha de…