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Mostrando postagens de Julho, 2019

Vamos cuidar do nosso país. Extinguir a Funai é um bom começo

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A imagem que ilustra este texto tomou conta das mídias mundo a fora nestes últimos dias. Uma imigrante centro-americana querendo entrar nos Estados Unidos como ilegal. Na sua lamúria junto aos soldados de fronteira, repetia que queria dar uma vida melhor para o filho. Uma vida melhor, segundo milhares de imigrantes que tentam entrar nos Estados Unidos, só mesmo na terra do Tio Sam. 

O drama dos refugiados, que amolece até o mais frio coração republicano nos Estados Unidos, poderia ser diferentes se, nos países de origem, não grassassem as políticas populistas e estatistas. Eivados de escândalos de corrupção, patrimonialismo e inchaço nas máquinas públicas, os países latino-americanos são generosos em fornecer os imigrantes que vão para os Estados Unidos tentar a sorte.

Por isso é importante fazer do seu país um lugar bom. Imitar as boas práticas que fazem os Estados Unidos serem o destino preferido dos imigrantes. Que tal experimentar o livre mercado de verdade? com privatizações, respe…

Boris Johnson assume como primeiro-ministro inglês e reafirma saída da Inglaterra da União Europeia

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Neste 23 de julho o político conservador Boris Johnson tornou-se o novo primeiro-ministro inglês, sucedendo Theresa May. Johnson venceu a disputa entre o Partido Conservador com o atual ministro das relações exteriores Jeremy Hunt. O novo primeiro-ministro dos ingleses é um fervoroso defensor da saída da Inglaterra da União Europeia. Foi um dos grandes defensores da campanha feita em 2016 para o Brexit, o grande movimento de saída do país da união aduaneira que teve seu início ainda no final da década de 1950.

Com a vitória de Boris Johnson, e com ele todo o empenho em favor do Brexit, os ingleses confirmam que querem, sim, sair da Europa. A Inglaterra já não usa o Euro. Preferiu manter sua moeda, a Libra. No entanto, sempre teve dificuldade em acatar os ditames da burocracia europeia sediada em Bruxelas, na Bélgica. Os ingleses se incomodaram muito, especialmente nos últimos dez anos, com o livre trânsito de pessoas pelos países europeus. A vinda em massa de imigrantes oriundos do nor…

Grécia abandona a utopia e retorna à direita

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No final de semana de 7 de julho, os eleitores da Grécia foram às urnas e elegeram - com uma maioria não vista há dez anos no parlamento - o novo governo. Os gregos colocaram de volta ao cargo de primeiro-ministro aquele que já havia ocupado a função quatro anos antes. O conservador Kyriakos Mitsotakis venceu muito bem as eleições formando a maioria no parlamento  que o deixa sem precisar fazer coligações para governar.
Mitsotakis era o primeiro-ministro em 2014 e 2015, quando a crise de crédito pegou a Grécia em cheio. Uma ampla reforma trabalhista, seguida por um rearrano previdenciário incendiaram a Grécia.

Incentivados por partidos de esquerda, os gregos tomaram as ruas em ondas de violência contra o que chamavam de "perda de direitos". O governo de Kyriakos caiu e nas eleições seguintes foi eleito Alexis Tsipras, um jovem esquerdista que prometia o fim dos anos de austeridade. 

Como parte da União Europeia e da Zona do Euro, a Grécia foi ajudada por Alemanha, França e Itál…