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Mostrando postagens de Fevereiro, 2018

O déficit de soberania brasileira na Amazônia

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Material publicado originalmente em defesanet.com.br Ruy Fabiano
A crise venezuelana, que despejou de uma só vez cerca de 50 mil refugiados em Roraima, agravando a crise social do estado, expõe o desconcerto da política indigenista brasileira, que une a retórica esquerdista aos interesses geoestratégicos do capital internacional. O general Augusto Heleno, que era o comandante militar da Amazônia, ao tempo da demarcação da reserva Raposa Serra do Sol, em 2008, advertiu para os danos econômicos e sociais da expulsão dos arrozeiros, cuja produção respondia por 8% do PIB do estado.

Expulsos, tornaram-se favelados em Boa Vista e a economia local empobreceu. Eram mais de 300 famílias, além de seus empregados, quase todos de etnia indígena, mas sem a grife de “aldeados”. Os 1,7 milhão de hectares da reserva – quase o estado de Sergipe – ficaram com os 20 mil índios aldeados. Aos demais 500 mil habitantes, sobraram os 25% da área do Estado que escapou das demarcações. “Alertei sobre a falta de crit…

Brasil à beira de uma guerra

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O Brasil está à beira de uma guerra. E não se trata aqui da guerra do tráfico, da guerra da Rocinha ou da guerra da Tuiuti. A guerra que espreita o Brasil é uma guerra muito mais concreta e com contornos muito mais sombrios. É a guerra que a Venezuela, ou melhor, do ditador venezuelano Nicolás Maduro contra a Guiana. Sim, Nicolás Maduro, com sua ânsia de querer continuar à frente do governo corrupto, comunista e ditatorial da Venezuela, planeja invadir o lado ocidental da Guiana, que faz fronteira com a Venezuela.
Com esta possível e provável guerra, Maduro deslocaria um grande contingente militar para longe da capital Caracas e usaria a narrativa frenética de que os imperialistas estariam em guerra contra o projeto bolivariano e tal.
A região de Essequibo, ou Essequiba, é contestada pela Venezuela desde o início do século XIX. Perdeu em diversos fóruns internacionais. No entanto, em épocas de crise, os diferentes governos venezuelanos reivindicam a posse da região. Aliás, em cujo li…

Os gaúchos devem saudar vinda da Havan

O anúncio, feito há uma semana, da vinda da rede de megalojas de varejo Havan para o Rio Grande do Sul precisa ser saudada pelos gaúchos. Primeiro, pelo tamanho do investimento. São mais de R$ 1 bilhão que devem ser empenhados para erguer cinquenta unidades das lojas em 50 cidades gaúchas. Segundo, pela beleza das lojas. Todas as Havan são lindas, brancas, lembrando antigos templos romanos e, em muitas delas, há uma réplica enorme da estátua da Liberdade. A Havan vende de ferramentas e eletrodomésticos e roupas e chocolates, passando por artigos de cama, mesa e banho. Uma loja e tanto.
Os gaúchos que costumam ir à Santa Catarina sabem da grandiosidade das lojas Havan, fundadas no município catarinense de Brusque. O dono da rede, Luciano Hang, é uma figura. Não se importa de espalhar cartazes com sua foto de corpo inteiro, em tamanho natural, na entradas das lojas. Ele tenta abrir suas lojas no Rio Grande do Sul há uns oito anos. Sempre esbarrou na burocracia dos licenciamentos ambienta…