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Mostrando postagens de Janeiro, 2019

Brasil tem tudo para ser mais rico, mais influente e mais importante no mundo do que é hoje

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Gostaria de destacar aqui uma entrevista do pensador, estrategista e especialista em geopolítica George Friedman, publicada no Diário de Notícias de Portugal em abril de 2018. Na entrevista, conduzida por dois jornalistas portugueses, Friedman foi perguntado sobre o posicionamento do Brasil como um possível candidato a ser mais rico, mais desenvolvido e mais influente do que é na atualidade. 

Para o autor do livro Os Próximos Cem Anos, o Brasil é um país que tem uma desvantagem competitiva em relação a outros emergentes. Ele é, geograficamente, como uma ilha no Atlântico Sul. Seus vizinhos mais importantes são Argentina e Paraguai. Outros países fronteiriços, como Bolívia, Peru, Colômbia e Venezuela, estão separados da parte economicamente mais pujante do Brasil, que é a região Sudeste, onde está São Paulo, Minas e Rio de Janeiro. Esse detalhe aproxima mais o Brasil, em conceitos de geopolítica, da Austrália do que outros. Os outros, aqui, segundo Friedman, são Rússia, Índia e China, …

Vem aí uma candidata a ser a nova Embraer

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Quando as fabricantes de aviões Embraer e Boeing anunciaram a fusão das duas em presas em julho de 2018, muita gente expressou sua contrariedade em relação ao negócio. Segundo os opositores ao acordo, a norte-americana Boeing iria engolir a brasileira Embraer.O assunto ainda está fervente nas redes sociais. Foi pauta da campanha presidencial e gera ainda forte debate jurídico, com idas e vindas de liminares da Justiça Federal tentando barrar a fusão entre as duas empresas.
O fato é que a Embraer é uma grande empresa mas, sozinha, não teria como competir mais no mercado internacional. Até os mais apaixonados sabem que há dificuldades na indústria aeronáutica, mesmo com grande encomendas e um mercado com forte potencial de crescimento.
Com a notícia da fusão, os velhos papos de nacionalismo, sindicalismo brasileiro e perda de soberania voltaram à tona. Não é nada disso. O negócio entre as duas empresas segue a lógica da sobrevivência no mercado. E ponto final.
No meio desta confusão,…